quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Resumo comentado da crônica: Jurema

Essa crônica fala sobre Jurema, velhota de olhos grandes, de claro e inquieto azul. Uma mulher que pensava muito na vida e gostava de contar seus feitos. Pensava no que passava pela mente das pessoas, imaginava quais os problemas e as preocupações que poderiam estar passando em suas mentes naquele momento.
Jurema era uma vendedora de cravos e em cada talo um versinho datilografado. Em um dia chuvoso estava ela em um bar distribuindo alguns de seus cravos que trazia em uma cesta. Ao rapaz, que antes lhe convidara a sentar, deu um cravo sangüíneo. O rapaz, surpreso, escreveu um poema em um guardanapo de papel, bendizendo a noite, a chuva e os acontecimentos naquela noite.
Jurema depois de dois casamentos fracassados desistiu de companheiro oficial.
Ela afirmava que não queria romances com jovens. Nada de amor com crianças.
Jurema desapareceu. De vez em quando era lembrada pelos amigos.
Passou o tempo e ela reapareceu com um marido sem papeis de cartório e de igreja.
Um broto de marido, com tempo de ser seu filho.

Características
•Texto narrativo
•Contêm estrangeirismo
•Linguagem culta


COMENTÁRIO:
Um texto para refletir sobre as atitudes boas das pessoas,
Relacionamentos de amizade,
E sobre o que as pessoas falam que depois podem
se contradizer.

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