quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Até onde vai?

Hoje em dia já é ate hilariante ver os marketings de produtos como a Coca Cola, que leva o elemento a monopolizar a sua mente, tendo em vista apenas ela. Das formas mais variadas isso é feito, seja através de animações sem originalidade ou por frases como: ‘’Viva o lado Coca Cola da vida’’. É tanto que hoje, é difícil um cidadão qualquer dizer que sua bebida favorita é um suco, café ou um mero tampico. E os que se englobam mais nisso são os jovens.

Sim, os jovens! Desprovidos de senso do ridículo, diria ate mesmo inteligência, muitos chegam ao extremo, perfurando sua língua para colocar um piercing com a inscrição: Coca Cola Zero, podendo sofrer uma hemorragia e morrer de graça por mera idiotice. E muitos se divertem com esse tipo de coisa,resultado? A Coca Cola patrocina a colocação de piercing em 280 outros aficionados
Alem da irresponsabilidade desse ato,um dos componentes presente no refrigerante é utilizado para tirar ferrugem de carro,e isso já é notado pelas crianças,que chega a me envergonhar o fato de crianças terem mais noção do que adolescentes.

Hoje,é essencial que a empresa atinja o publico de 15 a 25 anos,por serem os que mais consumem,mas fico pensando,qual vai ser o próximo lugar que eles vão perfurar?


Autor: Arthur Jordan

Resumo comentado da crônica: Os golinhas

A história conta um drama de uma mãe que ganhou um golinha há 14 anos de sua amiga. Ela o tratava como um filho. Quando ela tem que viajar, deixa o golinha com sua filha. Mas o golinha foi sequestrada, com gaiola e tudo. A menina fica super apreensiva para descobrir o paradeiro do pássaro.

Características:
Liguagem coloquial
Narrativa
3º pessoa

Comentário:
O texto mais se aproxima de uma conversa do que de um texto escrito, uma liguagem bem popular e de fácil compreensão.

Resumo comentado da crônica: Das Dores

Uma menina de nove anos que parece menos de sete, mas com amadurecimento de gente adulta. A históri aretrata uma garota vinda do sertão, onde sofrera fome e subnutrição. As pezares da vida não a impedia de ser uma garota curiosa, cheia de dúvidas, de argumentos e de questionamentos. Seu pai morreu de beber, era vaqueiro mas se visse uma bodega no meio do caminho se sebarrava em cumprir seu fado.
Isso conta Maria das Dores como se trouxesse de cor a lição de sua tão curta vida.Após sair daquele sofrimento que passara no sertão, miséria total, sua mãe, ela e os irmãos foram morar com a avó. Sua mãe, como ultima e única saída, juntou-se a seu Inácio, vizinho da avó de Das Dores. Depois de ser abandonada pelo amante, sua mãe, resolve doar os filhos para conhecidos, ficando somente com o mais velho e os dois menores, depois tornou-se lavadeira. Após se lembrar dessa curta e marcante infância, sobre um prato farto de comida, Das Dores comenta que não quer voltar para o sertão.

Características da crônica: 
Texto narrativo
Em 3º pessoa
Liguagem simples

Comentário:
Essa crônica retrata um dos maiores problemas vividos pelos sertanejos, a miséria. Conta a história de uma menina que mesmo pelo que viveu ainda continua como uma criança. Mostra, também, como o mundo dá voltas.

Resumo comentado da crônica: Jurema

Essa crônica fala sobre Jurema, velhota de olhos grandes, de claro e inquieto azul. Uma mulher que pensava muito na vida e gostava de contar seus feitos. Pensava no que passava pela mente das pessoas, imaginava quais os problemas e as preocupações que poderiam estar passando em suas mentes naquele momento.
Jurema era uma vendedora de cravos e em cada talo um versinho datilografado. Em um dia chuvoso estava ela em um bar distribuindo alguns de seus cravos que trazia em uma cesta. Ao rapaz, que antes lhe convidara a sentar, deu um cravo sangüíneo. O rapaz, surpreso, escreveu um poema em um guardanapo de papel, bendizendo a noite, a chuva e os acontecimentos naquela noite.
Jurema depois de dois casamentos fracassados desistiu de companheiro oficial.
Ela afirmava que não queria romances com jovens. Nada de amor com crianças.
Jurema desapareceu. De vez em quando era lembrada pelos amigos.
Passou o tempo e ela reapareceu com um marido sem papeis de cartório e de igreja.
Um broto de marido, com tempo de ser seu filho.

Características
•Texto narrativo
•Contêm estrangeirismo
•Linguagem culta


COMENTÁRIO:
Um texto para refletir sobre as atitudes boas das pessoas,
Relacionamentos de amizade,
E sobre o que as pessoas falam que depois podem
se contradizer.

Resumo comentado da crônica: Matoso- pai e filho

Um homem chamado Francisco dos Santos Matoso mais conhecido como Chico Matoso o qual é o narrador e fica admirado com o seu jeito e sempre lembrando das suas histórias,seus feitos,seus defeitos e suas manias. Depois fala da visita do filho que havia partido do interior para a cidade grande onde lá tentou a sorte e os dois conversaram sobre os assuntos da família. No final do texto "Chico Matoso" "conheceu"(?) Galileu,pois ele não acreditava que a Terra é redonda.


Característica:
  • Descritiva
  • Em 3ª pessoa
  • Linguagem simples
Comentário:
É um texto de certo modo interessante,pois mostra tanto o lado de um trabalhador rural e a ignorância do mesmo onde este chega a duvidar de Galileu.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Resumo comentado da crônica:O louro e o gato

É muito bom viajar, quebrar a rotina, mas também e muito bom voltar, retomar ao mesmo canto da sala, voltar à rotina de antigamente, rever amigos, a escola.
Passado o alvoroço da volta, quando a rotina se instala,faço uma revisão do que deixei em casa, confiro tudo, inclusive o passarinho, vai conferindo com grande felicidade e empolgação, ao ver que todos estão vivos e em felizes. As graúnas estão no seu melancólico canto, não consegui arrumar maridos para elas.o galo-de-campina ,feliz como sempre destaca se dos demais com seu magnífico canto, e de um por um , verifico como todos estão.
Aos poucos vou me informando do que ocorreu durante minha ausência e me dou conta de dois fatos a registrar e lamentar. Primeiro foi o louro, que numa manha, servindo-se da ausência dos donos da casa, cumprindo uma crise que deu lá nele, soltou-se derrepende, com uma habilidade espetacular e voou para o galho de uma arvore próxima a minha casa, depois foi mais para cima. a chegar lá não conseguiu mais descer, foi preciso esperar que os meninos da fim da rua chegasse para tirar-lo de lá.
O outro fato lamentável foi à morte do gato, que já tinha ate a sua biografa escrita por quem assina essas mal traçadas linhas e publicada em jornal. Ao chegar perto de minha casa , magro, triste, sem alegria, peguei-o e o cudei, bastante bem, ate que ficou , bem alegre.Era engraçado que sempre me esperava chegar deitado na janela da vizinha. Passou uma única noite fora de casa, com uma gata preta da vizinha, o qual falava muito mal. Morreu na minha ausência, felizmente foi assistido, morreu devagarzinho, adoeceu, foi tratado ate a morte, como merecia. Ainda foi caluniado, disse que ele não conseguia corresponder aos desejos da gata saliente, tudo mentira, ele estava mesmo era doente.


Características:
A crônica e narrada em 1°pessoa, trata-se de uma crônica narrativa, onde o autor narra fatos passados, tem uma linguagem não muito arcaica, de fácil compreensão.E deixa bem claro o envolvimento de suas emoçoes.

Comentários:
Na crônica, Milton Dias fala que ao voltar de suas férias gosta de ver seus pássaros, ai ele quer diz que ao voltar de férias gosta de ver se todos os seus pássaros ainda estão bem,fica muito triste ao saber da morte de seu gato e que seu louro tentou fugir.
Ele deixa bem claro que gosta de suas coisas do jeito que deixa ficar.E que adorava seus bichos.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

A crônica de Milton Dias

Essencialmente cronista, Milton Dias sabe a importância das coisas miúdas, dos pequenos acontecimentos que também fazem parte da condição humana.

Ao captar instantes, fragmentos de tempo, ele, com o olhar agudo, entende que aí se esconde a complexidade de nossas dores, das nossas alegrias, dos nossos sonhos, das nossas frustrações; percebe, assim, que, por trás do aparentemente banal, do que pode parecer inexpressivo, está algo que nos perturba, que diz de nós, que, afinal, espelha nosso duplo ou fragmentos de nossos valores, crenças e modos de ver o mundo.

A crônica de Milton Dias é, essencialmente, lírica. Sua linguagem flui em ritmo prolongado, muitas vezes em períodos longos, mas em frases curtas, e dessa combinação se evola um quê de música, de melodia que se encontra nas vozes da natureza. O gosto pelos adjetivos faz com que os quadros da realidade por ele captados banhem-se de uma atmosfera pastosa, pois tudo se deixa envolver pela emoção.

É ele, sobretudo, um amante da cidade que o acolheu - esta Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção. Em suas crônicas, enumeram-se os logradouros, os monumentos, os tipos populares, os movimentos da noite, o conto dos galos, o apito dos vigias, os automóveis com os seus faróis queimando a noite escura. Naturalmente, tal configuração já não mais condiz com os dias de hoje; entanto, lê-lo é deparar uma outra Fortaleza, estabelecendo, assim, uma ponte entre o passado e o presente; é, pois, um reencontro com fragmentos de nossa identidade.


Fonte:http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=480050